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Fórum da Cidadania para a Reforma Política, que conta com participação da Conamp, discute eleição para PGJ e autonomia da Polícia Judiciária. |
| REFORMA POLÍTICA. |
O presidente da Conamp, José Carlos Cosenzo, participou nesta quarta-feira da primeira reunião deliberativa do Fórum da Cidadania para a Reforma Política, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília. Ao todo, são treze entidades das mais representativas da sociedade civil, que têm por objetivo dar sugestões para os rumos políticos do país. O jurista Fábio Konder Comparato, que é coordenador do Fórum, declarou que o País está estagnado e “andando de costas”, razão pela qual defende a criação de um órgão de planejamento desvinculado do Poder Executivo, como forma desenvolver e coordenar um projeto de longo prazo, com participação ativa da sociedade civil.
Entre os pontos discutidos nesta terça-feira, destaca-se a Proposta de Emenda Constitucional do Senador Valmir Amaral (PTB/DF), que institui autonomia à Polícia Judiciária. A Conamp se encarregará de propor sugestões para evitar que a PEC seja votada da maneira como está, pois, na opinião da entidade, proíbe o controle externo e institui superpoderes à Polícia sem o necessário freio legal.
Outro assunto discutido foi a PEC que trata da designação dos chefes do Ministério Público da União e dos Estados. O posicionamento estabelecido na reunião foi o de reiterar o teor da emenda apresentada pelo Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB/SP). “A Conamp defende historicamente a eleição direta para Procurador-Geral de Justiça sem intervenção do Executivo”, explica o presidente da entidade, José Carlos Cosenzo. “Inclusive, durante a apresentação do Diagnóstico do Ministério Público, o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, declarou que os chefes do MP devem ser independentes e escolhidos pela própria classe. O que, para nós, é um indicativo da tendência do Executivo”, explica Cosenzo.
Os participantes do Fórum definiram ainda que as discussões sobre a Reforma Política serão divididas em dois subitens: Reforma Partidária e Reforma Eleitoral. As entidades vão discutir nas próximas reuniões a fidelidade partidária, as condições para candidaturas (filiação a partido político e participação em entidade de classe), o financiamento público de campanha, a possibilidade de extinção do cargo de suplente de senador, a reeleição para presidente da República, entre outros temas).
O objetivo é encerrar os trabalhos até o final deste ano, para entregar todas as propostas à nova Legislatura
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Gilberto Mauro |
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