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12/09/2007
AMPAL espera que crise no MP seja resolvida com explicações do procurador-geral de Justiça ao Colégio de Procuradores.
PELO BEM DO MP.
Em nota oficial, a AMPAL comenta a expectativa em torno do depoimento do Procurador-geral de Justiça do estado, Coracy Fonseca ao Clolégio de Procuradores, marcado para esta quarta-feira, 12/09. A Associação também pede respeito aos princípios democráticos nesse momento: “O que se espera de todos é o compromisso com os critérios democráticos, com o estado de Direito e com o cumprimento de dever, porque no Ministério Público contemporâneo não há clima, nem para omissões, nem para enfrentamento ou disputas fratricidas”. Confira a nota na íntegra:

A Associação do Ministério Público do Estado de Alagoas (Ampal), entidade representante dos membros do Ministério Público, tendo em vista os últimos acontecimentos envolvendo o órgão máximo da administração superior do Ministério Público (Colégio de Procuradores) e o Exmo.sr. Procurador-Geral de Justiça externa a posição de seus dirigentes, tendo em vista a delicada conjuntura atual. Diante da proposta apresentada no último dia 5 pela maioria dos membros Colégio de Procuradores visando à destituição do Senhor procurador-geral de Justiça, o presidente da Associação do Ministério Público de Alagoas, Eduardo Tavares esclarece que se deve salientar o grande valor do papel institucional do Colégio de Procuradores de Justiça e a importância do cargo de Procurador-Geral de Justiça. “Queremos crer, que tudo será resolvido com as explicações que o Senhor Procurador-Geral de Justiça, Coaracy Fonseca, dará amanhã ao Colégio de Procuradores. No fim, tudo não terá passado de um grande mal entendido, afirmou Eduardo, uma vez que as irregularidades, por ventura existentes, poderão ser sanadas”. Para Eduardo Tavares o assunto será conduzido nos marcos da legalidade, onde prevalecendo a proposta do Colégio, que o Senhor procurador-Geral exerça plenamente o seu direito à ampla defesa, mostrando os argumentos com que pretende fundamentar a licitude dos atos ora questionados. “Os nossos problemas graves estão fora dos muros do Ministério Público: é a miséria, a fome, os desmandos públicos e a violência desenfreada, dentre outros”, argumentou Tavares. Eduardo Tavares afirma ainda que é preciso unir forças para combater os males que afetam a sociedade. “O Ministério Público é uma instituição forte, altiva, soberana e nela não há espaço para lutas internas. O que se espera de todos é o compromisso com os critérios democráticos, com o estado de Direito e com o cumprimento de dever, porque no Ministério Público contemporâneo não há clima, nem para omissões, nem para enfrentamento ou disputas fratricidas. Esse é o caminho traçado pela experiência cívica da instituição ao longo de sua existência, e o penhor da garantia de que o Ministério Público e a sociedade alagoana sairão fortalecidos desse episódio, qualquer que seja o seu desenlace”.

Fonte: www.ampal.org.br

Gilberto
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