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Comissão de Constituição e Justiça do Senado realiza hoje segunda audiência pública para debater PLS 150/06, que institui normas para reprimir o crime organizado. Presidente da CONAMP participa do debate. |
| CONAMP DISCUTE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO. |
O presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público – CONAMP, José Carlos Cosenzo, participa nessa terça-feira (09), às 10h, de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ do Senado, para debater o Projeto de Lei do Senado – PLS n.° 150 de 2006, que institui normas para reprimir o crime organizado. Também vão discutir a matéria hoje os presidentes da Associação dos Delegados de Polícia Federal – ADPF, da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil – Adepol, do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça – CNPG, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Grupo Jurídico da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro – Encla e o advogado criminalista Wladimir Reale.
Na última quarta-feira (03), estiveram na CCJ para debater o PLS o presidente do Supremo Tribunal Federal – STF, ministro Gilmar Mendes, e Procurador-Geral da República, Antonio Fernando de Souza. Na oportunidade, os chefes do Judiciário e do MP defenderam o exercício da atividade investigatória por promotores e procuradores por entenderem que, de acordo com a Constituição, o Ministério Público detém o poder de investigação e deve continuar a exercê-lo.
De autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), o PLS considera organização criminosa a associação de três ou mais pessoas estruturalmente ordenada, caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com a finalidade de obter vantagem criminosa de qualquer natureza. De acordo com a proposta, o simples fato de integrar uma organização dessas poderá levar uma pessoa a ser condenada de cinco a dez anos de cadeia, independente das penas correspondentes aos demais crimes.
O projeto busca alcançar inclusive pessoas que promovem fraudes em licitações ou o financiamento de campanhas políticas destinadas à eleição de candidatos com o objetivo de facilitar ações de grupos criminosos. Além de definir o que é crime organizado, o PLS determina instrumentos legais para combatê-lo, incluindo normas de investigação, meios de obtenção de prova e procedimento criminal a ser aplicado. O relator da matéria é o senador Aloizio Mercadante (PT-SP).
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Gilberto Mauro |
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