NOTÍCIAS
17/03/2010
Posse da nova Diretoria e do Conselho Fiscal da AMPAP.
Em solenidade ocorrida neste sábado 13/03/2010, as 20:00h, tomou posse a nova diretoria da Associação do Ministério Público do Estado do Amapá, juntamente com o Conselho Deliberativo e Fiscal da entidade, assim composta:

Presidente: João Paulo de Oliveira Furlan

Vice: Éder Geraldo Abreu

1º Secretário: José Cantuária Barreto

2º Secretário: Roberto da Silva Álvares

Tesoureiro: Ricardo Gomes Crispino.

Conselho Deliberativo e Fiscal da AMPAP:

Jayme Henrique Ferreira

Eldete Silva Aguiar

Miguel Angel Montiel Ferreira

Pedro Rodrigues Gonçalves Leite

Rosemary Cardoso de Andrade

Eraldo Afonso Zampa.

Em breve serão disponibilizadas fotos do evento no link “Galeria de imagens”.

Discurso de Posse AMPAP biênio 2010/2012.

EXMO.SR. DR. PRESIDENTE DA CONAMP – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DO MP – JOSÉ CARLOS COSENZO

EXMO. SR. DR. PRESIDENTE ELEITO DA CONAMP – CEZÁR MATTAR

EXMO. SR. PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA – IACI PELAES DOS REIS

CARÍSSIMOS MEMBROS DO MP AP (NOSSOS ASSOCIADOS)

Demais autoridades presentes, Senhoras e Senhores.

É com o coração transbordando de alegria que compareço a esta singela solenidade onde, juntamente com queridos e valorosos companheiros de MP, após acirrado processo democrático, tomo posse à frente da Diretoria da AMPAP para o biênio 2010/2012.

Ao iniciar meus escritos para este discurso, inevitável foi a comparação com a data em que era empossado Promotor de Justiça Substituto do Estado do Amapá, isto há quase exatos 8 anos (dia 15/03/2002). Tornava-me o membro mais novo do MP amapaense e perguntado por muitos se era o mais novo do Brasil, o que, sinceramente, não me interessava. Porém esta juventude traz consigo alguns ranços. Para muitos, sinônimo de imaturidade, inexperiência. E o pior: podem passar os anos que esta marca fica, taxa-se a pessoa, que para sempre será considerada jovem demais. Não nego minha jovialidade, pelo contrário, porém lhe dou outros adjetivos: Energia; vigor.

E é com esta disposição que pretendemos superar as turbulências que passamos atualmente.

Sabemos que com o advento da Constituição Federal de 88, o MP foi alçado a um papel principal dentre os órgão públicos. Porém tais conquistas não podem e não devem ser consideradas definitivas. Nosso MP ainda não está livre da possibilidade de conviver com o expurgo constitucional. Pelo contrário, nos dias de hoje, inúmeros projetos transitam no Congresso Nacional propondo a retirada de prerrogativas e atribuições do MP, com o fim único de enfraquecê-lo, gerando, como “via de mão dupla”, o fortalecimento da corrupção e das desigualdades sociais. Isto faz com que, mais do que nunca, seja preciso a união institucional, utilizando-se, em especial, as entidades de classe, aqui a nossa AMPAP, como os verdadeiros guerreiros na luta contra este processo de regressão.

Nesta batalha não será tolerada, por exemplo, a interferência, seja de quem for, à independência funcional dos nossos membros, respeitando a convicção pessoal e o princípio do Promotor Natural, pois só assim garantiremos a autonomia e funcionabilidade de nosso MP.

Na nossa labuta diária parecemos a menina ‘Alice’ – do livro de Lewis Carrol: “Alice do outro lado do espelho” – que ao encontrar a Rainha Preta de um jogo de xadrez é avisada por esta que vive em um país onde as pessoas tem que correr o máximo possível para se manterem no mesmo lugar. E se quiserem sair dali, é preciso correr pelo menos o dobro disso. Ou seja temos que dar o máximo de nós, lutando contra todas as adversidades e interferências. Neste quadro, cabe também, a AMPAP lutar para que esta corrida seja mais suave e prazerosa.

Esta corrida – a atuação institucional- no caminho do bem social, é nossa maior defesa contra os ataques políticos e legislativos que estamos enfrentando, pois é a sociedade, que confia no MP, que impede a vitória dos contrários.

Por tudo isto tenho consciência do duro desafio que teremos que enfrentar na condução da AMPAP, mas prometo muita coragem e empenho. E para tanto valho-me da poesia de Oswaldo Montenegro que diz:

“Que a força do medo que tenho, Não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo que acredito, Não me tape os ouvidos e a boca.”

Ah, e para aqueles que gostam teremos também umas festinhas e um futebolzinho para alegrar, pois também somos filhos de Deus.

Antes de encerrar, porém, não poderia deixar de fazer alguns agradecimentos pessoais.

Primeiro, logicamente, a DEUS, agradecendo-lhe todas as graças que alcancei.

Aos meus amigos que sempre me apoiaram, lhes guardo no lado esquerdo do peito, como diz a canção.

À minha família:

Meu pai, minha referência de pessoa, meu ídolo, meu herói.

Minha mãe, amor supremo.

Meus irmãos, Antonio e Neto, meus parceiros. Meus esteios.

Meus sobrinhos e sobrinhas. Alegria. Minha Esposa Carolina. Meu amor, minha companheira.

Meu filho. Meu guerreiro, Minha vida. Tudo o que faço é por ele e pra ele.

À família de minha esposa, na pessoa de meu cunhado João Neto, que não encontra-se aqui, pois cura-se em São Paulo de um câncer gravíssimo, demonstrando garra e vontade dignas de admiração.

Muito Obrigado.

Respeitosamente,

João Paulo de Oliveira Furlan

Presidente da AMPAP.

Gilberto Mauro
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