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18/08/2010
Assim como fez o presidente do STF, Procurador-Geral da República envia Projeto de Lei ao Congresso Nacional para revisar subsídio do chefe do Ministério Público. Proposta está em tramitação na Câmara.
PGR envia ao Congresso Projeto de Lei para revisão de subsídios.

O Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, enviou, nesta segunda-feira (16), Projeto de Lei ao Congresso Nacional estabelecendo a revisão do subsídio mensal do chefe do Ministério Público. Pelo PL, que recebeu o número 7.753 de 2010, o vencimento mensal do PGR passa a ser, a partir de 1º de janeiro de 2011, de R$ 30.675,48. O objetivo é recompor as perdas decorrentes do processo inflacionário, com base no IPCA.

 

A proposta determina também que, de 2012 em diante, o valor do subsídio será revisto em 1º de janeiro de cada ano, de acordo com a autorização específica prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias e nos limites da Lei Orçamentária Anual. Ainda de acordo com o PL, a partir de 2015, a cada quatro anos, o vencimento mensal do Procurador-Geral da República será revisado por lei de iniciativa do PGR, segundo critérios prévios.

 

O PL 7753/10 está em tramitação na Câmara dos Deputados.

 

Revisão de subsídios também para magistrados

No último dia 12, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, também enviou proposta ao Congresso reajustando o subsídio mensal da magistratura. O Projeto de Lei n.° 7749 de 2010 prevê correção dos vencimentos em 14,79%. Se o PL for aprovado, , o subsídio de um ministro do STF passará dos atuais R$ 26.723,00 para R$ 30.675,00, a partir de janeiro de 2011.

 

Assim como na proposta do MP, o Supremo propõe que seja implementado um sistema de revisão anual do valor do subsídio, de acordo com previsão de mecanismos e limites legais na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual. "Tal mecanismo terá lugar a partir de janeiro de 2012 e dispensará a necessidade de remessa anual de projetos de lei ao Congresso Nacional, o que tornará o processo legislativo mais célere. Terá por base índices anuais projetados pelo Governo Federal", esclareceu o presidente do STF. Também na proposta do Judiciário está previsto que, a partir de 2015, a cada quatro anos, uma nova revisão substituirá a correção anual.

 

Gilberto Mauro
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